Na mitologia grega, era a representação divina do Sol em todas as suas fases e latitudes, desde o nascer ao desaparecimento.
Filho de Hipérion, era neto de Urano e de Gaia, irmão de Eos, a Aurora, e de Selene, a Lua. Enquanto Apolo era o deus da luz do sol, ele era o olho do mundo. Percorria o céu todos os dias, de leste para oeste, num carro flamejante puxado por quatro corcéis, para levar luz e calor aos homens.
Foi ele quem revelou a Deméter a verdade sobre o rapto de Perséfone por Plutão.
Na Grécia clássica, foi cultuado em Corinto e principalmente na ilha de Rodes, onde era considerado o deus principal, honrado anualmente com uma grande festa.
Ali seus adoradores ergueram o famoso Colosso de Rodes, um enorme escultura em bronze representando um belo jovem coroado de raios resplandecentes, erguida em sua homenagem, no século III a.C. e considerada uma das sete maravilhas do mundo antigo.
Seu filho com Clímene, Faetonte, morreu ao tentar conduzir o carro do Sol, buscando provar sua ascendência divina.
Narra a mitologia que a ninfa Clítia, apaixonada pelo deus do Sol e por ele desprezada, foi transformada por Apolo em heliotrópio, flor que gira ao longo do dia sobre seu caule, voltada sempre para o Sol, ou a conhecida flor Girassol.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
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